quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

"Liberdade - essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda" Cecília Meireles


A Liberdade é sombra da igualdade, vitória da fraternidade...
"Ninguém pode ser perfeitamente livre até que todos sejam livres" Herbert Spencer
.
Liberdade...
Onde?
Aonde
Se esconde?
Será
É, deve ser
...
Simples ilusão
Anúncio, publicação
De jornalão, televisão
Reflexo de mera programação
...
Onde?
Quando
Foi que nos vimos flutuando
N´um mar de flores de papóula
Achando o Nada uma coisa boa
Que pelo vazio ecoa...?
.
E neste ópio
Nesta entorpecente calmaria
Corpos dormentes, mentes vazias
Pregam a Liberdade
Como a última novidade
E inalienável necessidade...
.
Inalienável é a necessidade da alienação
De uma acomodada e quieta população
Fanática por futebol, álcool, 'diversão'
.
E o restante...
Fica esquecido, lá, distante...
São idéias desestimulantes
Como o que é
Liberdade.
Liberdade?
Liberdade?
Liberdade?
Liberdade?
?
.
--//--
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A Ilha das Flores
.
Aquilo que foi considerado impróprio para a alimentação dos porcos será utilizado na alimentação de mulheres e crianças...
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Mulheres e crianças são seres humanos com telencéfalo altamente desenvolvido, polegar opositor...
...e nenhum dinheiro.
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Elas não tem dono, e o que é pior, são muitas...
.
Por serem muitas, elas são organizadas pelos empregados do dono do porco em grupos de dez e tem a permissão de passar para o lado de dentro da cerca.
Do lado de dentro da cerca elas podem pegar todos os alimentos...
Que os empregados do dono do porco julgaram inadequados para o porco...
(...)
.
O tomate, plantado pelo senhor suzuki, trocado por dinheiro com o supermercado, trocado por dinheiro de dona Nete, recusado para o molho do porco, jogado no lixo e recusado pelos porcos como alimento...
.
Está agora disponível para os seres humanos na Ilha das Flores...
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.
.
.
.
.
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O que coloca os seres humanos da Ilha das Flores depois dos porcos na prioridade da escolha de alimentos é o fato
de não terem dinheiro...
nem dono...
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O ser humano se diferencia dos outros animais pelo telencéfalo altamente desenvolvido, pelo polegar opositor e por ser livre...
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Livre é aquele que tem Liberdade...
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"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda"
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--//--
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"Liberdade" capitalista, escravidão...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

O povo assiste ao programa da Globobagem - controle enlatado -, o programa dos 'poderosos' é outro...


Admirável o nosso (Pre)Judiciário, nossa (In)Justiça, o nosso (des)Governo, apoiado pelos inúmeros “Mistérios”, o Mistério da Educação, da Fazenda, da Cultura, e tantos outros, indecifráveis enigmas da Máquina do Retardo (Estado). Admirável mesmo é como nós, supostos cidadãos de uma suposta nação, parte de uma suposta comunidade internacional, suposta humanidade, não saibamos sequer os verdadeiros nomes das instituições as quais nos submetemos servilmente, sem contestar ou questionar qualquer das decisões que vem “de cima”. E continuemos a chamar de Justo o injusto, de correto, o incorreto, de verdadeiro, o mentiroso, de ‘legítimas’ as imposições. Sem saber ao menos os verdadeiros nomes dessas “Instituições”, ou poderíamos dizer, quadrilhas. Pelo menos os três principais –
.
Exec(lusivo e destr)utivo,
(i)Leg(al),is(o)l(ado e abstr)ativo,
(pré)Judiciário
.
- Sim, as verdades costumam ser um pouco maiores do que as “realidades”, pois é fácil esconder de quem não quer procurar.
Viver em comunidade é saber dizer “não” aos desmandos daqueles que supostamente deviam nos “representar”, ao invés de nos depreciar, enganar e roubar! E, como se não bastasse, relegamos o destino desses seres dominantes a eles próprios, quando é a população que os sustenta, são eles mesmos os responsáveis pela própria “fiscalização”, “punição”, “integridade”. Somos estúpidas “galinhas” entregues às “raposas”.

Acorde! O mundo passa lá fora. O Seu mundo. O Meu mundo. O Nosso mundo.

A Ditadura... Há Ditadura? Há Ditadura! Não se deixe iludir... "O pior cego é o que vê TV"


Há Ditadura... sim... não se pode negar, por mais que ninguém perceba, por mais que praguejem tolices sobre "Democracia" e "Liberdade"...

Dois valores imprescindíveis para espírito humano, o direito de decidir na mão de cada um - democracia - e o direito de decidir por si mesmo - liberdade...

Preciosidades que perderam seus mais profundos significados, perderam seu sentido, seus valores humanos, e se transformaram em simples produtos na vitrine mercadológica do sistema. São meros verbetes ilustrativos... nas bocas, nas ruas, nas placas; fruto da programação implacável, do poder de dominação psicológico e fisiológico sobre cada engrenagem minúscula do sistema...

Uma abominável ditadura, tão perversa que não se permite enxergar claramente, ilude com tamanha perícia que torna-se até um absurdo levantar esta hipótese. Ditadura? No Brasil? No "exemplar mundo capitalista ocidental, maior defensor da "liberdade e democracia"?

Mas, o que significa isso? Antes de blasfemarem injúrias e tolices predeterminadas, já paramos e refletimos o que será mesmo Liberdade?

Seria Liberdade se vestir de acordo com padrões alheios a você mesmo?... Imposições sabe-se lá de quem e de onde, mas que se acata com toda a subserviência de um simples cumpridor de ordens.

Seria Liberdade pensar “tudo” aquilo que é “permitido”? Rigidamente regrado pelas ‘Tradições’, ‘Dogmas’, ‘Regras da Sociedade’?

Pensamos em “tudo”?... Ou será que o condicionalmente ‘infanto-juvenil-adulto-velho-túmulo’ cuidou perfeitamente para que apenas o pueril e egoísta esteja na pauta de nossos pensamentos?

E todo o planejamento de uma vida! Que demonstração de Liberdade. Nasce, come, engole, cresce, come, engole, cresce, anda, come, engole, cresce, veste, come, engole, cresce, assiste, come, engole, cresce, aceita, come, engole, cresce, aprende, come, engole, cresce, compra, come, engole, cresce, compra, come, compra, engole, compra, cresce, compra, come, compra, compra, compra, compra, engole, compra, compra, compra, compra, cresce... decresce, decresce, decresce... volta, não adianta, não há mais nada além do anúncio da TV.
...
Que linda Liberdade.
Mas não quero essa “Liberdade” para mim.

Demo´cracia... o que é? Poder nas mãos do Demo? Do Bicho do mal, do Coisa Ruim?... Porque a primeira vez em que foi o poder do Povo, nem poder do povo era.

A democracia em seu berço grego já nasceu disforme e desigual. Uma ínfima parcela escravocrata era a dona do poder, a única considerada – povo. A massa trabalhadora, afinal, não é gente, é “tração animal” para a Roda do Progresso e Desenvolvimento.

E nossas vidas continuam, peças diminutas, alienadas, na paisagem dos Magnatas.


Em um livro de Erico Veríssimo muito bom chamado - Incidente em Antares –, que se passa na época da “histórica” e oficial Ditadura Militar (Por que, será mesmo que é história? Será mesmo que passou? Que não está lá fora, regendo nossos passos?), e no qual trata da ‘Fantástica’ narração do Incidente mais incomum já ‘noticiado’ – a volta de Sete cadáveres de seus esquifes, em protesto por não poderem ter sido enterrados, por ocasião de uma greve geral ocorrente na cidade de Antares, um Padre, cuja paróquia era a Vila Operária, sensível aos males e dores de seus irmãos, residentes na Favela local, a Babilônia (Que nome sugestivo para uma favela – nome de império, de glória – para designar a maior tristeza humana, as condições miseráveis e subumanas sob as quais vive boa parte da humanidade), quando indagado sobre o incidente, e confrontado com a possibilidade da presença, do retorno do Cristo para justificar tais ressurreições, retribui ao Delegado de Polícia presente (Conhecida figura, aluno exemplar dos tempos do Estado Novo, nas des´artes da tortura):

- Suponhamos que Jesus Cristo tenha mesmo voltado... Delegado Pigarço, não seria prudente mandar seus investigadores procurar o Filho do Homem? Olhe que esse indivíduo é perigoso... um subversivo socializante, um terrorista com antecedentes criminosos, uma ficha negríssima no DOPS de Pôncios Pilatos. Lembre-se do que ele andou dizendo e fazendo contra o grande Estabelecimento Romano...
Inocêncio (O delegado) põe-se de pé, a cara contraída. Mas o jovem Padre prossegue:
- Prenda Jesus, delegado, prenda-o o quanto antes! Interrogue-o. Faça-o confessar tudo, dizer o nome de todos os seus discípulos e cúmplices... Se ele não falar, torture-o em nome da Civilização Ocidental Cristã.

--//--

A maior hipocrisia de todo e qualquer capitalista indiferente, egoísta, perpetuador do ‘sistema de relações servis’, é se dizer Cristão. E uma grande ofensa à causa e à luta de Cristo de construir um Lar para todos os homens, igualmente, fraternalmente, livre, o verdadeiro Reino de Deus.

Não nos enganemos com a triste propaganda desses abutres corporativos, entronados em seus privilégios e em suas moradas de ossos. Não somos livres; não temos direitos, exceto aqueles insignificantes que não agridam o “direito superior que possui o capital sobre todas as coisas"; não temos liberdade de expressão, apenas a ridícula idéia de que repetir o coro é se expressar; não temos educação, apenas um conjunto de conhecimentos aplicados na criação da riqueza de poucos, quase nada que provoque o bem-estar comum, menos ainda que nos permita ser livre-pensantes; E nenhuma, absolutamente nenhuma noção de coletividade, a não ser a única “coletividade” nos dita ‘importante’ – o time de futebol – e, como se não bastasse, sobrepujando nosso inexistente sentimento comunitário, nos rasgam a carne para impingir perpetuamente a irreversível competição sanguinária.

“Realmente, vivemos muito sombrios!” Brecht

E só a grande luta de vidas inteiras, doadas, febrilmente solicitadas pela missão divina de lutar pelo outro, pode combater tudo quanto existe para combater, vencer, transformar, revolucionar. Vidas inteiras, cada gota de sangue de inúmeros indivíduos que não nascem para outra coisa que não seja ser a força da luta, o fogo da revolta, a direção para a justiça.

Não podemos desistir de lutar, pois a luta é o sentido de nossas existências, guerreiros de uma guerra que nunca deveria ser travada, de homens contra homens, homens contra sentimentos mesquinhos, egoístas e supérfluos, homens contra forças inexistentes, fruto de sua própria loucura, sua sede irracional pela fonte de sua destruição – poder como privilégio, individualismo como muralhas, trabalho como escravidão, existência como o vazio.

Libertemos-nos.
Sejamos humanos.
Ser humano.


Se Jesus Cristo voltasse, filho de uma mulher comum, casada com um trabalhador braçal comum, se tivesse conseguido ser parido, caso sua mãe não fosse espancada brutalmente por um marido bêbado, acusando-a de traição, se tivesse mesmo sobrevivido a primeira grande barreira das classes pobres, a carnívora mortalidade infantil, se ainda tivesse passado pelo cruel trabalho infantil, por ordem da inelutável sobrevivência, resistido às agruras do abandono, da mendicância, da exclusão social, e tivesse chegado à idade adulta e dito e feito o que foi sua missão dizer e fazer, seu sentido de viver, teria tido fim semelhante ao de dois mil anos atrás, feito preso e assassinado político, vítima da guerra rural, opressão sindical, ou mesmo do caos social e da violência urbana que acomete as ruas, os becos e os corredores de nossas relações sociais.
Ninguém ouviria sua voz, graças ao barulho ensurdecedor das buzinas, dos gritos, dos desesperos e das propagandas. Ninguém o notaria, pois seria só mais um fruto da miséria, um homem esfarrapado e faminto. E se alguns o seguissem, essa minoria seria brutalmente esmagada pela “incontestável verdade” de que “sempre haverá ricos e pobres, soberbos e miseráveis”. Mentira!

Lutemos. A luta do Cristo é a nossa luta, a luta do ser humano, que ainda se lembra o que é ser humano.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Liberdade, Igualdade, Fraternidade... Liberte-se.


Libertação

O luxo desses poucos
Causa a miséria de todos os outros!
A favela se multiplica
Para que essa gente seja rica!

Enquanto estivermos calados
Eles continuarão em seus carros importados;
Enquanto formos oprimidos,
Eles se esconderão em seus comprimidos...

Insurreição, libertação, redenção!
Sabotar o sistema de correntes,
Esquecer esse mundo para ser independente!
Ver o que há além da ilusão...

Desobediência!
Não se deve acatar jamais
O que for contra à nossa consciência...
Esse egoísmo, essa demência...

Libertação na igualdade fraterna.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Ai a liberdade... me libertando serei! Liberta-te!


Ais da nossa Liberdade

Que liberdade a nossa, não?
Não! Que liberdade?
Somos livres, diz ‘nossa’ lei.
Isso não é liberdade, isso é coisa de burguês...
Papel, da verdade, um véu, da ilusão, corcel,
Do pensamento, enganação, do coração, ilusão...
De nossas asas, mero céu de mentirinha,
E nosso sentimento se esconde na sensação mesquinha
Da irrealidade que nos impõem imutável.

A cada pensamento estreito e alienável,
Para não dizer alienado, mas já inferindo,
Vamos inconstruindo, reconstruindo, repetindo,
Fazendo a manutenção, legitimando
O fato, que por ser fato já é questionável,
De que somos livres e que acima de tudo
Proteger é preciso, este fato “absoluto”!

E nada há de mais valoroso!
Nem o homem, que é livre. (?)

Antes ser livre do que ser homem,
E o homem que não proteger o ser livre,
Não importa ser homem, os outros comem.

Pronto. Parede alta e intransponível.
Para nos proteger da ameaça à liberdade,
Nos cercamos como nunca devia o primeiro ter cercado.
Ninguém passa, ninguém entra, infalível.
Falido antes de tudo.

Será que é difícil enxergar? Certamente, através de nossos
Muros e fortalezas, deve ser tarefa das mais árduas...
Pois que somos dos seres os mais presos,
Por todos os nossos preconceitos
E pressupostas superioridades
E manias e grandezas e vaidades.

Ah, liberdade de televisão...
Ilusão, prisão, alienação...
Girando, girando...
Até parar para pensar
E voilà
Libertação.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"


A vida é uma caixinha de surpresas...
Um presente sem par, sem igual, sem noção, essencial!
Algo inigualável, inexprimível, fabuloso, infinito!
A vida não tem limites, não tem barreiras,
Tem simplesmente todo o potencial do universo contido n´uma única alma!
Um espírito, uma vida, e todas as possibilidades do mundo.
Façamos o que fomos feitos para fazer;
Cada um tem uma missão, eu acredito nisso,
E precisamos lutar, lutar sempre
Para fazer valer a vida, para ter valido a pena.
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"...
Minha alma é grande, a sua também!
Força e luta, irmão! Estendo-lhe a mão, lhe aguardo.
A jornada é longa...
Abraço.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

"Quem tudo quer, tudo perde" E a natureza está sendo perdida pois a ganância dos homens não cabe em seus corações desumanos...

A mãe-natureza nos aconchega. Por que maltratá-la? Por que sangrar o colo que nos afaga? Os homens são insensíveis, são cegos e egoístas... Como não ser apaixonado pela fonte da vida, origem de tanta luz e beleza, a natureza? Mas estamos sujos do pecado do nosso vício, a gana por mais e mais. Nossa ganância, nosso excesso, nos tirará tudo e depois que tudo estiver perdido, tudo o que foi inconsegüentemente e desumanamente acumulado, não valerá de nada, não valerá a pena ter destruído tudo para ter mais do que o outro. Ser mais do que os outros significa o que? Destruição e morte. O Rei das terras mortas e ensanguentadas. Sejamos iguais, para viver em harmonia com a mãe que nos aconchega.

Liberdade, Igualdade, Fraternidade, Humanidade.

"Sei que a vida vale a pena..."



Dois e dois: quatro


Como dois e dois são quatro
Sei que a vida vale a pena
Embora o pão seja caro
E a liberdade pequena

Como teus olhos são claros
E a tua pele, morena
como é azul o oceano
E a lagoa, serena

Como um tempo de alegria
Por trás do terror me acena
E a noite carrega o dia
No seu colo de açucena

- sei que dois e dois são quatro
sei que a vida vale a pena
mesmo que o pão seja caro
e a liberdade pequena.

Ferreira Gullar

-//-

A vida é bela e a luz da nossa existência vale cada gota do sangue que nos move. A vida é bela e vale cada partícula da nossa coragem, vale cada fração do nosso amor, vale cada centelha da nossa humanidade.
Um dia o pão sera pleno e a liberdade intensa. E dois e dois serão 4 vezes mais para abarcar quanto precise, pois os números se multiplicaram para a paz e a felicidade dos seres vivos, do homem e da mulher, na natureza e dos anjos.

"Sempre existe um caminho; Sempre existe uma luz"

"Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho.
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz.
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho.
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser
Quem eu sou."

(A Via Láctea - Legião Urbana)

Não podemos desistir, mesmo que não sejamos os salvadores da humanidade, mesmo que não pareçam existir saídas para as angústias, mesmo que a dor seja grande, "o pão seja caro e a liberdade pequena"... Preciso lutar, precisamos todos, pois o sangue corre em nossas veias e ele pede socorro pelos rios de sangue, seus e nossos irmãos, que choraram na história.

"Sempre existe uma luz"
Fé.

sábado, 20 de outubro de 2007

Educação Programada - Criaturas obedientes, educadas... programadas...

Edu´corda´ção - educação a base de amarras e cordas, marionetes...


Educação X Programação!


"Quando vejo que na idade de maior atividade os jovens são limitados a estudos puramente especulativos e que depois, sem a menor experiência, são bruscamente jogados no mundo e nos negócios, acho que a razão não é menos chocada do que a natureza e não fico surpreendido por tão pouca gente saber conduzir-se. Por que estranho modo de pensar nos ensinam tantas coisas inúteis, enquanto que a arte de agir é tida como nada?"

Jean-Jacques Rousseau

A juventude é o espírito mais impetuoso, revoltoso, questionador e intempestivo, cuja força é capaz de mover céus e terras, cuja ousadia pode ir onde ninguém mais foi. O jovem é o elo mais instável e apto para grandes e abruptas mudanças da corrente da sociedade, e em conseqüência disso, uma emaranhada trama foi criada para sepultar e suprimir essa tempestade ambulante, sequiosa por mudar e melhorar, de forma a não comprometer a manutenção do sistema em voga.

Assim se criou nos tempos modernos os sistemas educacionais, prisões do pensamento. Calabouços disfarçados sob a máscara da ciência e do saber. Mas uma pergunta aflora, saber o quê? O que se ensina nestes ditos educandários? Ensina-se a não se aprender nada, ensina-se apenas a guardar informações as quais não se sabe claramente para que servem, ensina-se a obededer as regras, sejam elas quais forem, ensina-se a cumprir padrões, ensina-se a repetir ações mecânicas.

As chamadas "escolas" são fábricas. Não fazem borbulhar criatividade nem desenvolvimento, apenas produzem máquinas de acordo com as necessidades do sistema, máquinas de calcular, máquinas de obedecer, máquidas de consumir. As características humanas individuais são irrelevantes dentro do ambiente padrão, e as potencialidades de cada um pouco consegue contribuir nesta cela fechada e rígida, onde não há espaço para novidades. As pequenas mudanças seguem a antiga lógica do despotismo esclarecido - "é preciso mudar um pouco para que tudo continue como está", e assim as poucas reformas vão sendo feitas, apesar de nunca atingirem a essência do processo, que continua incólume.

Os jovens, desde cedo, são programados, e como arvorezinhas, são podados continuamente para permanacerem no formato desejado. Os ganhos excessivos, são cortados fora, as folhas que alimentam a árvore, são limitadas a uma quantidade segura, e seus destinos são rigorosamente observados, para não fugirem ao controle. A programação é poderosa, aprimorada ao longo de séculos e séculos. Hoje quase não se percebe as suas lacunas, as suas faltas e seu real objetivo. Os argumentos contrários são combatidos com pequenas doses de concessões, que visam desqualificar as críticas. A critíca à predominância da formação puramente matemática é desfeita pelo leve tempero humanístico, um punhado de aulinhas de história ("oficial" - ou seja, um conto bonitinho manipulado pelos domiantes), uma brincadeirinha de geografia, e outros faz-de-conta dos quais nem nos damos conta, até nos esquecermos que no final, sabe-se mais fórmulas do que valores humanos, mais conceitos físicos do que solidariedade, sabe-se calcular, mas não se sabe dividir o pão.

Assim, as "forças produtivas" se apoderam deste produto final, indivíduos fabricados, agora fabricantes de riquezas e as velhas forças de poder permanecem em seu trono, protegida contra qualquer questionamento e oposição.

Os pequenos e dispersos movimentos contrários, alternativos, são tão poucos e distantes que se vêem sufocados pela realidade e não conseguem realmente lutar de igual para igual com o sistema dominante.

E assim, a humanidade segue, um espetáculo de manipuladores e suas marionetes.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

É direito fundamental do indivíduo e da coletividade se revoltar contra aqueles e aquilo que ameacem sua soberania e direito à autodeterminação!

Obra de Diego Rivera

A Resistência

Nunca a luta contra a exploração e dominação sobre os homens foi tão dura quanto em nossos tempos, e reunir as forças necessárias para lutar, tornou-se tarefa das mais árduas!
Os nossos dias, se podemos realmente dizer nossos, correm em passos ligeiros, embalados no avanço tecnológico psicodélico, o qual é excelente meio de nos manter a mente ocupada e alienada. São tantas as novidades da tecnologia e do mercado, que não há tempo para analisar o mundo, sem correr o risco de perder o próximo lançamento e estar por fora das tendências da moda.

Junto à essa força avassaladora de alienação, soma-se a estratégia mais bem elaborada e fundamentada de dominação arbitrada pelos poderosos urubos no comando há tempo demais: "a invisibilidade dos inimigos". Não se pode mais apontar alvos claros para nossas batalhas, os inimigos se dispersaram, não existe mais um homem, um grupo, uma força ideológica que possa ser combatida com união, são mil fatores que circulam feito furacões pelos veículos de comunicação, nos fenômenos sociais, e que se enraízam de maneira desapercebida nos corações das pessoas e vão sedimentando suas energias, petrificando seus ímpetos, seus espíritos ávidos por mudanças.

Como combater? Como congregar? Qual a bandeira que pode unir as mãos de todo o povo? As causas foram transformadas em objetos de vitrine, produtos mercadológicos, os ideais foram enlatados e vendidos nos shoppings, a revolução virou enfeite em camisetas. As horas passam e os poucos movimentos pela mudança vêem-se isolados e jogados uns contra os outros, brigando feito insetos enquanto os abutres observam do alto, observando os líderes e queimando-os com suas lupas institucionais, aparatos governamentais, máscaras opressoras.

Que resistência pode ser feita? Que Contracultura poderá nascer no mundo padronizado, de larga escala, ‘globalizado’, onde as diferenças culturais vão cedendo à pressão do capital, ao consumo exacerbado das marcas e das grifes? Uma resistência precisa ser levantada, reunida, comandada, rumo à um objetivo de difícil delimitação; construir uma nova sociedade, porém enfrentando o medo de implodir a deplorável, porém maquiada, sociedade existente. Será esse o objetivo? Mudar o método de pensamento, transformar nossa maneira de pensar, subverter o cotidiano para reverter nossa submissão à programação vigente.

E como financiar esse ideal? Talvez o conceito de financiamento precise ser mudado também. Para se manter, ele precisa estar acima da manutenção, ser parte de cada combatente na maneira deles agirem no meio da realidade existente, dando suas pinceladas de mudança, seus toques de resistência.

Ainda quanto ao inimigo, onde ele está? Será que é o patrão, o político, o militar ou o fazendeiro, como era nos tempos das grandes revoluções da história? Não será que ele se tornou tão grande e abrangente que passa a ser cada um de nós, sendo nós mesmos nossos próprios inimigos? Será que não precisemos derrotar nossa acomodação, vencer as trincheiras de nossa inércia, transpassar nossa ignorância com golpes de impetuosidade, conquistar os territórios de nossa mente, antes ocupados pelos interesses comerciais, e construir espíritos inflamados e contestadores, aptos a se libertar e serem libertários, para assim podermos passar para o plano extracorpóreo? Será que antes de ir à luta numa frente de batalha ideológica, não precisemos vencer os batalhões de idéias conservadoras e acomodadas de nossos irmãos?

Nossa luta nunca foi tão dura, e nossa congregação nunca foi tão nebulosa. Os inimigos físicos se tornaram inimigos imateriais. O que era um edifício ou uma instituição, agora tornou-se um sentimento geral, uma força sobre-humana. Um conselho para a luta? Reúna-se. Converse com seu amigo. Crie um grupo. Forme uma rede de contracultura. Seja você a resistência. Se não consegue ver o inimigo, tente ao menos ver o seu amigo e junte-se a ele, junte-se aos camaradas e sejam a resistência, mesmo contra o desconhecido, pois uma fortaleza sólida resiste de onde quer que venha as ameaças. Seja você a resistência.

“Não podemos aguardar que os tempos se modifiquem e nós nos modifiquemos junto, por uma revolução que chegue e nos leve em sua marcha. Nós mesmos somos o futuro. Nós somos a revolução.” (Beatrice Bruteau)

Nós conseguiremos, é certo. A minha mão alcançará a de meu irmão, um dia. Venceremos os artifícios de desagregação, como as suspeitas, as desconfianças, os oportunistas e as manipulações. E as rochas que fundarão o futuro serão colocadas por pessoas como eu e você.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

"O Brasil é o país do futuro"... quando for uma nação, um povo unido, forte, aguerrido, lutador! Até lá... somos um país do passado...


Patr´idiota


Do patriotismo se podem dizer muitas coisas, que é um sentimento honrado de amor à pátria, como afirmam os nacionalistas, ou uma cegueira que eleva a nação e nega seus defeitos, de acordo com alguns ingratos filhos da terra, que não reconhecem o valor da pátria-mãe. A maioria esmagadora sequer pensa nisso.
-
Uma nação é essencialmente um povo, e quando esse acredita nela e nele mesmo, nada pode deter o progresso de ambos, que na verdade são um só. Mas no Brasil, o conceito do ‘todo’ e do ‘indivíduo’ não se conciliam.

-
Desde nossa “descoberta”, passando por nossa “independência”, até nossa “república”, nunca nos foi ensinado o significado de “nós”, porque não fomos nós que descobrimos o Brasil, nem nos tornamos independentes ou proclamamos a república. Esses “acontecimentos históricos” foram desempenhados pelas classes dominantes, que nunca se identificaram com o povo, e o povo seguiu alheio à tudo isso.
-
O patriotismo do brasileiro foi importado de terras distantes, pelos mandatários do Brasil, pois esses consideraram que seria um bom instrumento de controle civil, permitindo manter a unidade nacional. Contudo, apenas uma fração do que é patriotismo foi trazido para essas fronteiras, a partícula cega, de obediência e resignação imbecil às decisões do alto, excluindo a reflexão crítica e o amor por zelar pelos reais interesses civis, para evitar transtornos ocasionais, caso a população entendesse que a pátria é dela, não dos déspotas disfarçados.

-
Assim, ganhamos uma bandeira, um hino, um exército nacional, e mais recentemente, a seleção brasileira de futebol. Criou-se o admirável fenômeno patriótico sazonal; de quatro em quatro anos, milhões de festivos patriotas, por ocasião da Copa do Mundo, cantam o hino com orgulho, balançam bandeirolas e torcem pela vitória da seleção! Acabado o espetáculo, guardam-se os acessórios e todos voltam para seus mundinhos individuais; está garantida a unidade nacional e ninguém interfere na política do alto da pirâmide.

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O brasileiro é mesmo um patr´idiota, uma criação dos primeiros estrangeiros que dominaram esse país e deixaram seus filhos no comando. O brasileiro é um tolo que confunde nação com seleção, compra bandeirinhas verde-amarelo em tempo de Copa e permite que sejamos espoliados e explorados por uma elite interesseira e forasteiros imperialistas.
-
Seguimos sendo uma das dez maiores potências econômicas do mundo, que, apesar do crescimento medíocre, sustenta curiosos, luxuosos e deprimentes absurdos, como o fato de sermos o país onde mais se fazem cirurgias plásticas no mundo e onde mais se consomem remédios para emagrecer, porém dono dos maiores índices de desigualdade social e concentração de renda mundiais, péssima educação e saúde públicas, violência descontrolada, mais parecendo uma guerra civil constante, um combate entre o miserável e explorado, refugo do sistema, que pega na arma para sobreviver e ter tudo o que nunca teve nem terá, contra a elitista classe média e alta (e astronomicamente alta), os barões empresários e coronéis industriais, que desfilam pelas ruas de carro importado (afinal, não existem carros nacionais, mesmo os “produzidos” aqui, são apenas montados, com peças oriundas de vários lugares da Ásia, e todos de marcas estrangeiras. Até os ônibus são de marcas estrangeiras!), ostentando seus novíssimos celulares, também de marcas imperiais.
-
Uma nação sem povo, apenas um monte de pagadores de impostos, calados, cabeças baixas, pseudo-cidadãos, não tem futuro. Mas, ironicamente, alguém cantou “O Brasil é o país do futuro”.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Com a ponta de um lápis, rasgam-se estruturas, constroem-se mundos! Viva a nossa força!


O POETA-OPERÁRIO
Grita-se ao poeta:
"Queria te ver numa fábrica!
O quê? Versos? Pura bobagem".
Talvez ninguém como nós
ponha tanto coração
no trabalho.
Eu sou uma fábrica.
E se chaminés
me faltam
talvez seja preciso
ainda mais coragem.
Sei.
Frases vazias não agradam.
Quando serrais madeira
é para fazer lenha.
E nós que somos
senão entalhadores a esculpir
a tora da cabeça humana?
Certamente que a pesca é coisa respeitável.
Atira-se a rede e quem sabe?
Pega-se um esturjão!
Mas o trabalho do poeta
é muito mais difícil.
Pescamos gente viva e não peixes.
Penoso é trabalhar nos altos-fornos
onde se tempera o ferro em brasa.
Mas pode alguém
acusar-nos de ociosos?
Nós polimos as almas
com a lixa do verso.
Quem vale mais:
o poeta ou o técnico
que produz comodidades?
Ambos!
Os corações também são motores.
A alma é poderosa força motriz.
Somos iguais.
Camaradas dentro da massa operária.
Proletários do corpo e do espírito.
Somente unidos,
somente juntos remoçaremos o mundo,
fá-lo-emos marchar num ritmo célere.
Diante da vaga de palavras
levantemos um dique!
Mãos à obra!
O trabalho é vivo e novo!
Com os oradores vazios, fora!
Moinho com eles!
Com a água de seus discursos
que façam mover-se a mó!

Maiakóvski
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As palavras são mais fortes do que qualquer espada! As idéias são são mais fortes do que a vida e a morte! "O trabalho é vivo e novo!" e não vamos nunca parar de cantar aos quatro cantos e ainda aos cantos esquecidos o nosso hino de justiça, porque é o amor ao próximo, o amor próprio dos poetas, dos seres humanos, que nos motiva à luta! É por isso que cantamos nossas palavras, nossos versos, nossa força!
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Meu coração é forçamotriz para a mudança! Meus braços são pontes para o futuro! Minhas palavras são meus canhões contra os muros excludentes! Contra tudo aquilo que segrega e oprime! Contra o egoísmo e a bestialidade do homem!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Holocausto ambiental?... Avante economia, por cima de qualquer floresta! & a "ameaça" iraniana...


Os EUA, a França, Inglaterra e outros do restrito clube nuclear, formalmente criado pelo TNP (tratado de não proliferação nuclear, que determina que apenas os países que já houvessem explodido uma bomba atômica até 1º de janeiro de 1967 podem manter seus arsenais nucleares) afirmam que o Irã e seu programa nuclear ameaçam o mundo à um "holocausto nuclear"...
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E o holocausto ambiental, em que as maiores nações industrializadas, nas quais cada habitante polui 10 a 15 vezes mais que qualquer habitante do mundo subdesenvolvido não importa, não é? Ninguém propõe sanções econômicas contra essas nações para que elas parem de destruir nosso planeta, afetando não só a eles, mas principalmente os países pobres, os principais afetados.
Já o Irã "não pode de maneira alguma" desenvolver qualquer tecnologia, que se torna uma "ameaça" ao mundo.
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Esses países, ditos desenvolvidos, já são uma ameaça ao mundo desde que nasceram e passaram a se expandir e crescer à custa da humanidade, explorando-a. Continuam sendo a grande ameaça ao mundo. Mas ninguém ousa dizer isso, não é?...
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Hipocrisia do capital!



Maiores infos:

domingo, 16 de setembro de 2007

Quem acredita, sempre alcança, quem acredita, sempre alcança...


Mas uma vez

Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã,
Mais uma vez eu sei.
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Há esperança é a maior força do homem e a única coisa que nunca nos falta e quando nos falta, já não podemos lutar ou viver... uma vida sem esperança já se perdeu...
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Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã,
Espera que o sol já vem.

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Todas as adversidades que enfrentamos, são compativeis com as forças que temos para combaté-las, se não desistirmos, se formos fortes, sempre poderemos vencer no final, alcançar aquilo que precisamos alcançar, porque Ele não nos colocou aqui em vão nem nos falta com todo o necessário para cumprirmos nossa missão, mesmo que não entendamos isso.
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Tem gente que está do mesmo lado que você,
mas deveria estar dolado de lá.
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Quando foi que os homens se tornaram não confiáveis? Como perdemos essa dádiva da confiança e assim, todos os alidos da vida, nosso próximo, nosso semelhante, nos quais agora não podemos mais confiar, correndo o risco de sermos atacados, traídos por eles?
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Tem gente que machuca os outros,
Tem gente que não sabe amar,
Tem gente enganando agente,
Veja nossa vida como está.
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Por quê? Por quê? Essas são verdades crueis de se aceitar. Porque os homens não enxergam que a única coisa que importa é amar, que é ilógico, contrário à nossa real natureza, machucar um igual? Que nossa beleza está no coletivo?
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Mas eu sei que um dia agente aprende!
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A mais forte das esperanças!
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Se você quiser alguém em quem confiar,
Confie em si mesmo!
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Seja sua própria fortaleza, seja sua força, confie! Acredite em si, seja você, é tudo que podes ser.
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Quem acredita sempre alcança!
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Acredite.
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Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei.
Escuridão já vi pior,
De endoidecer gente sã,
Espera que o sol já vem.
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Sempre há o amanhã para vencermos o que ainda não foi possível hoje.
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Nunca deixe que lhe digam
que não vale a pena
acreditar num sonho que se tem,
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Você é do tamanho dos seus sonhos, você é tão forte quão incríveis forem teus sonhos e sem eles nunca poderás evoluir, nunca poderás ser verdadeiramente você ou ser feliz. Ninguém pode tirar isso de nós, nossos sonhos.
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Ou que seus planos nunca vão dar certo,
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Lute, continue lutando, quando acreditamos, podemos realizar qualquer coisa! Tudo pode dar certo.
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Ou que você nunca vai ser alguém!
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Você é alguém, você é você! Isso é a maior e mais incrível verdade existente e isso é só o começo de todo o imenso potencial de cada um.
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Tem gente que machuca os outros,
Tem gente que não sabe amar,
Mas eu sei que um dia a gente aprende.
Se você quiser alguém em quem confiar,
Confie em si mesmo.
Quem acredita sempre alcança...
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Eu acredito. Você acredita? Vamos lutar juntos que a jornada é longa...